DEPRESSÃO PÓS-PARTO E MATERNIDADE SOLO: REFLEXÕES ACERCA DA ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL DA MEDICINA COMO PARTE DA REDE DE APOIO
CAPÍTULO 3
DOI: 10.29327/5723803.1-3
AUTORES:
Raquel Borges de Freitas Lopes
Maria Beatriz Silva Leonel
Beatriz Carvalho Encinas
José Paulo Macedo Silva
Mauro Afonso Medina Marino
Nicole Piccinini Fabro
Nilton José de Souza Júnior
João Gabriel Fidelis Maronezi Pereira
Carolina Farezin Rebechi
Amanda dos Anjos Azevedo
RESUMO:
A Depressão Pós-Parto – DPP é um transtorno ocasionado, dentre outros fatores, pelas diversas mudanças advindas da gravidez. Ela se manifesta de diversas formas e o contexto da mulher pode influenciar em sua expressão enquanto sintomas e até mesmo agravá-la. Assim, ao trazer a discussão da DPP para a realidade de mães solo, este pode ser compreendido enquanto um agravante, tendo em vista o papel atenuador no pai seja na manifestação da DPP na puérpera, que sofrerá a sobrecarga, nas consequências para o bebê ou na relação diádica mãe-bebê. Pensando nisso, o presente estudo objetiva, através de uma revisão de literatura, ter um panorama das nuances dessa intersecção bem como refletir acerca do papel do médico enquanto parte da rede de apoio da puérpera, que não conta com uma parte essencial. O estudo compreende a importância de uma rede multiprofissional e que envolva sua família.
Palavras-chave: Psicologia, Abuso sexual, Maus tratos-infantis, Transtorno de Estresse Pós-Traumático.