COMERCIALIZAÇÃO DE FLORES E PLANTAS ORNAMENTAIS NO SEGMENTO VAREJISTA NO MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS/MA
CAPÍTULO 15
AUTORES:
Natália Costa Sales
Ana Maria Aquino dos Anjos Ottati
Uelson Serra Garcia
Stalys Ferreira Rocha
RESUMO:
O mercado de flores brasileiro sofreu no começo da pandemia da COVID-19 com a interrupção de livre venda do comércio. Após o primeiro ano, se observou uma mudança no mercado com novas oportunidades, novas tendências, como as urban jungles, e uma mudança no perfil dos consumidores que passaram a ficar mais tempo em casa em home office. O trabalho teve como objetivo caracterizar socioeconomicamente os varejistas de flores e plantas ornamentais e verificar as estratégias de marketing comumente utilizadas pelos floristas da cidade de São Luís – MA. Se fez uso da pesquisa de caráter exploratório através de questionários compostos por perguntas voltadas à estrutura empresarial, questões sociais sobre o perfil do florista, como nível de conhecimento na área e do mercado regional. Foram visitados 10 estabelecimentos que não somente comercializavam flores de corte como também flores envasadas e mudas de plantas. Os resultados mostraram que a maioria das empresas são familiares. Estes floristas possuem, em maioria, formação profissional na área começando a trabalhar no seu empreendimento pela afinidade com o setor, possuem ao menos 14 anos de formação, estando atentos às mudanças e novidades do mercado realizando cursos. Utilizam as redes sociais como principal forma de promover seus produtos, expondo suas promoções periodicamente e constatando que o Dia das Mães é o dia de maior comercialização de flores e plantas, seguido do Dia dos Namorados, ocorrendo, consequentemente, aumento de preços nesses períodos. São Paulo segue liderando o ranking de principal fornecedor de plantas seguido de Ceará e Minas Gerais.
Palavras-chave: Floristas. Marketing. Demanda